O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desmentiu nesta sexta-feira (1°) a existência de um acordo com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ou com o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), relativo à instalação da CPMI do Banco Master.
A declaração foi feita depois da derrubada de veto presidencial ao projeto que trata da dosimetria de penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro.
Segundo Flávio, a votação ocorreu em um contexto específico e não envolve qualquer tipo de negociação com integrantes do Judiciário.
Em vídeo no seu perfil na plataforma X, o pré-candidato à Presidência da República disse que jamais faria um acordo com o “algoz” de seu pai.
“Não tem acordo nenhum, não vai ter acordo nenhum.” Ele também classificou como “mentirosa” a narrativa de que teria tratado do tema com Alcolumbre.
De acordo com Flávio, a pauta da sessão do Congresso foi concentrada na análise do veto, com o objetivo de permitir avanços em relação à situação de pessoas ainda presas depois dos atos de janeiro.
O parlamentar afirmou que, superada essa etapa, a próxima sessão do Congresso deverá contemplar a leitura do requerimento para criação da CPMI do Banco Master, tema que, segundo ele, vinha travando a pauta.
Na mesma declaração, o senador voltou a criticar decisões do STF e classificou Moraes como “algoz” do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele também mencionou insatisfação de parlamentares com o que chamou de “excessos” por parte de integrantes da Corte.
Flávio ainda acusou a divulgação de informações incorretas na imprensa, citando a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, que, segundo ele, teria sido usada pela esquerda. Nesse sentido, acrescentou que não houve qualquer conversa ou negociação nos termos relatados.
Fonte: Blog Jair Sampaio






