A Espanha é bi: uma final massacrante com a cara da campeã e da vice

A Espanha amassou a Argentina, em Nova York. Dominou a bola e todas as ações no campo. Não deixou os adversários chutarem no gol. Literalmente. Anulou Messi. Completamente.

Nos minutos finais, viu Enzo Fernández ser merecidamente expulso. Nem a arbitragem amigável da Fifa pôde evitar o vermelho. Nem Trump, presente no estádio, pôde intervir. Na sequência, Paredes ficou no lucro ao não levar, ele também, um segundo amarelo.

Lamine Yamal teve a chance de matar o jogo no último minuto, mas Dibu Martínez defendeu a falta batida pelo jovem talento.

Domínio sem gols. O fantasma espanhol.

Prorrogação com drama. A cara dos hermanos.

No início do tempo extra, Nico Williams venceu Dibu, mas não o árbitro esloveno, que anulou seu gol por uma misteriosa falta de Merino em Otamendi. Na segunda etapa, nada parou Nico, que assistiu Ferran Torres para finalmente inaugurar o placar da final. Depois de 738 finalizações, o gol.

Os espanhóis ainda tiveram um gol anulado por microimpedimento e a Argentina só não marcou no último minuto porque Messi não pode cruzar e finalizar, e Simeone isolou a melhor chance da equipe na partida.

Fonte: Blog Jair Sampaio