A eleição presidencial no Equador resultou em um segundo turno entre Luisa González, uma esquerdista ligada a Rafael Correa, e Daniel Noboa, um empresário liberal de centro-direita. A votação foi antecipada devido à dissolução da Assembleia Nacional e a convocação de novas eleições pelo presidente Guillermo Lasso.
Haverá um segundo turno em 15 de outubro, pois nenhum candidato obteve mais de 40% dos votos no primeiro turno. González obteve a maioria dos votos no primeiro turno, seguida por Noboa.
A votação ocorreu sem incidentes graves, apesar do clima de medo e tensão devido a episódios de violência. O vencedor assumirá o mandato de um ano e meio, até maio de 2025, e enfrentará desafios como a crise na segurança pública e a criminalidade crescente no país.






