Uma equipe composta por seis estudantes, incluindo os potiguares Pablo Azevedo e Cecília Beatriz, de Jardim do Seridó (RN), desenvolveu um dispositivo inovador chamado SOPA, que transforma cigarros eletrônicos apreendidos pela Receita Federal em tecnologia assistiva para pessoas com deficiência.
O projeto reaproveita cerca de 75% dos componentes dos vapes e funciona por meio de leve sucção. O custo de produção do SOPA é de apenas R$ 40 — um valor significativamente inferior ao de equipamentos similares importados, que podem ultrapassar R$ 4 mil. Além do dispositivo, a equipe também desenvolveu um aplicativo complementar com inteligência artificial para ampliar a acessibilidade e funcionalidade da solução.
O grupo está entre os finalistas da competição nacional promovida pela Receita Federal, cuja etapa final acontece nesta quinta-feira, 5 de junho. Os estudantes agora buscam engajamento nas redes sociais para fortalecer a visibilidade do projeto e conquistar o apoio do público. “Apoie curtindo e compartilhando! Cada curtida e compartilhamento é um passo a mais para levarmos essa solução a quem mais precisa”, pedem os estudantes.





