Um homem de 31 anos foi preso preventivamente nesta quarta-feira (8) no Rio de Janeiro, suspeito de liderar um esquema de fraudes contra uma instituição financeira. A prisão ocorreu durante uma operação conjunta das polícias civis do Rio Grande do Norte, de Minas Gerais e do Rio de Janeiro.
Segundo as investigações, o suspeito aplicou golpes entre 2024 e o início de 2026, causando um prejuízo superior a R$ 1.167.091,56. Até o momento, a polícia identificou 41 fraudes praticadas em pelo menos 13 estados. O nome do suspeito não foi divulgado.
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Os crimes investigados incluem estelionato, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
A Polícia Civil apurou que o homem falsificava Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e comprovantes de residência em nome de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Com os documentos falsos, ele abria contas bancárias e contratava empréstimos consignados no nome das vítimas.
Assim que o dinheiro dos empréstimos era liberado, o suspeito fazia saques em espécie e transferia os valores para contas de terceiros, na tentativa de dificultar o rastreamento e ocultar a origem ilícita do dinheiro.
Em uma das fraudes, identificada em Natal, ele comprou mais de R$ 15 mil em moeda estrangeira.
A investigação aponta que o homem não agia sozinho e que pelo menos outras dez pessoas participaram do esquema, auxiliando na execução dos golpes e na ocultação dos valores.
A polícia constatou que o suspeito utilizava as fraudes como fonte habitual de renda, sem indícios de atividade profissional lícita. Durante o período dos crimes, ele apresentou aumento patrimonial e ostentava um padrão de vida elevado em redes sociais.
Contra o suspeito, havia três mandados de prisão preventiva expedidos pelos Tribunais de Justiça do RN, de MG e do RJ. Ele foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça.
A Polícia Civil continua as investigações para identificar outros integrantes do grupo criminoso. Informações que possam auxiliar o trabalho policial podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque Denúncia, no telefone 181.
Fonte: g1 RN






