Número de adoções aumenta quase 20% no RN em 2025

Adoção imagem ilustrativa mãe segurando mão de filho — Foto: Divulgação/Freepik
Adoção imagem ilustrativa mãe segurando mão de filho — Foto: Divulgação/Freepik

O número de adoções no Rio Grande do Norte aumentou 18,4% em 2025 em comparação com o ano anterior.

Os dados são da Coordenadoria Estadual da Infância e da Juventude (CEIJ) do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) e foram baseados no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), plataforma criada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

De acordo com o TJRN:

📊 Segundo o TJRN, também houve um aumento mensal no número de adoções. Em 2025 a média foi de 6,41 adoções por mês, enquanto que em 2024 houve uma média mensal de 5,41 adoções.

Para o coordenador Estadual da Infância e Juventude, juiz José Dantas de Paiva, o aumento no número de adoções de crianças e adolescentes no Estado potiguar está ligado a vários fatores.

LEIA TAMBÉM

Para 2026, os próximos passos da Coordenadoria Estadual da Infância e da Juventude estão relacionados à organização da XII Semana Estadual da Adoção, e a realização de um encontro entre pretendentes e acolhidos.

Há, ainda, a estimativa da formação de, pelo menos, oito turmas de preparação psicossocial e jurídica para a adoção, bem como a oferta de três turmas de capacitação sobre adoção para magistrados, servidores das unidades judiciárias e equipe técnica da infância e juventude.

De acordo com os dados da CEIJ, o Rio Grande do Norte conta até janeiro deste ano com:

Os números revelam que:

As estatísticas demonstram, ainda, que a maioria dos acolhidos são do gênero feminino:

➡️ Segundo o TJRN, mais de 130 crianças e adolescentes para adoção no RN fazem parte do grupo de irmãos, e mais de 200 acolhidos estão na faixa etária acima de dois anos de idade, o que também representa um desafio.

Segundo o TJRN, a diversidade ganhou maior aceitação entre o perfil desejado e os pretendentes ativos.

De acordo com representantes da CEIJ, o padrão de base ainda é considerado restritivo, e embora a maioria dos pretendentes ainda não aceite esses perfis, a tendência é de abertura gradual, especialmente para condições historicamente mais rejeitadas.

Fonte: g1 RN