Personal que espancou morador de rua no DF comemora alta médica da mulher

O personal trainer Eduardo Alves, que espancou o morador de rua Givaldo Alves após flagrar relação sexual entre ele e a mulher, publicou imagem da saída da esposa de clínica de reabilitação onde estava se tratando desde o episódio que foi comentado em todo o país. Através das redes sociais, na na quinta-feira (21), Eduardo Alves disse que estão alegres por estarem juntos.

“A aliança do casal é o maior vínculo de união deixado por Deus, pois transpõe os obstáculos que surgem na caminhada. Foram dias de sofrimento e luta, mas hoje temos a alegria de estarmos juntos, com nossos filhos, família, amigos e todos aqueles que investiram seu precioso tempo em oração por nós. Somos gratos primeiramente a Deus, aos nossos familiares, amigos e todos que colaboraram para o restabelecimento da saúde e apoio familiar. Te amo, meu amor”, postou o personal trainer.

No dia 9 de março, o morador de rua e a mulher do personal trainer tiveram relação sexual dentro de um veículo em uma rua de Planaltina, no Distrito Federal. O personal Eduardo Alves flagrou o encontro e espancou o morador de rua, que foi hospitalizado e, dias depois, apareceu na mídia concedendo entrevistas e detalhando a relação que teve com a mulher.

Também através das redes e da mídia, Eduardo Alves explicou que a mulher teve um surto e se relacionou com o morador de rua quando não estava com plena consciência. Ela precisou ser internada e, agora, recebeu alta.

Redes sociais

Após o episódio, o personal trainer Eduardo Alves somou milhares de seguidores no Instagram, onde dá dicas sobre treinos e mostra um pouco sobre sua rotina. Atualmente, está com quase 150 mil seguidores.

Por outro lado, o morador de rua Givaldo Alves chegou a criar um perfil e somou 477 mil seguidores. Contudo, o Instagram suspendeu a conta. O morador de rua utilizava a rede para ganhar dinheiro com publicidade e também para mandar recados personalizados sob encomenda (no valor de R$ 100 cada). Advogados do morador de rua estão buscando na Justiça reverter a suspensão e querem indenização de R$ 300 mil.