Aos 33 anos, Ney Robson se tornou pai pela quarta vez de uma forma inesperada. O filho mais novo chegou à família depois de ser deixado em uma cesta na porta da casa, na Paraíba, e foi acolhido imediatamente pelos familiares.
Segundo Ney Robson, a conexão com o bebê aconteceu desde o primeiro momento. O vínculo foi tão forte que o menino recebeu o mesmo nome do pai e passou a se chamar Ney Robson Júnior.
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A chegada do bebê transformou a rotina da família e fez com que ele passasse a ser chamado carinhosamente de “presente de Deus”. O apelido acompanhou a infância de Ney Júnior, que, com o passar dos anos, começou a questionar o significado da expressão.
Mesmo após descobrir a história da adoção, Ney Júnior conta que nunca sentiu necessidade de procurar informações sobre os pais biológicos. Para ele, o vínculo construído ao longo da vida sempre esteve ligado ao cuidado e à presença da família que o criou.
A relação entre pai e filho já soma 32 anos de convivência, marcada por diálogo e companheirismo. Para Ney Robson, acompanhar o crescimento e as conquistas do filho é motivo de orgulho.
O sentimento também é compartilhado por Ney Júnior. Mesmo seguindo a própria trajetória, ele afirma que faz questão de acompanhar os momentos importantes da vida do pai.
No período em que se celebra o Dia dos Pais, Ney Robson destaca a importância da paternidade construída pelo afeto e pela convivência, independentemente dos laços biológicos. “Essa questão da adoção, essa é uma questão muito forte. Só quem tem sabe como é forte uma adoção, um presente dado por Deus”, finalizou o pai.
Fonte: g1 PB










